Na
última terça-feira, 11, o vereador Serjão participou do Câmara Atuante,
juntamente com os outros vereadores, na divisa da Vila das Flores e o
Loteamento Coonovesp, atendendo ao pedido da comunidade, que pediu
melhorias na infraestrutura.A principal delas é a transformação das ruas Detroidt e "F" em uma via única. Ambas são paralelas, não têm asfaltamento e são divididas por um barranco. A solicitação é alargar a rua F, na parte de baixo, e incorporar o restante da via aos terrenos que ficam na parte superior. Assim, os próprios moradores cuidariam de suas calçadas. Hoje, os portões dessas residências dão direto na rua, e muitos veículos passam no local em alta velocidade.
De acordo com os cidadãos presentes, a solicitação à Prefeitura foi feita há tempo e houve a promessa de que o asfaltamento ocorreria em setembro. A obra, inclusive, foi incluída como demanda do Orçamento Participativo em 2010. Em fevereiro deste ano, a Câmara aprovou recurso de R$ 8,84 milhões para serem aplicados em pavimentação e drenagem dos bairros Boa Saúde e Canudos e no loteamento Morada dos Eucaliptos, incluindo a região do Coonovesp. O conselheiro fiscal da cooperativa, Ozéias de Medeiros, comentou que há 2 meses a rua F foi patrolada, as britas foram retiradas e até agora continua na mesma situação. "Isso faz com que haja alagamentos em dias de chuva e poeira em excesso nos dias de sol". Outro problema é um aterro que existe próximo ao local, de onde empresas retiram terra para comercialização, o que causa desmoronamentos quando ocorre chuvarada. Sidnei Correia explicou que as casas estão localizadas na Vila das Flores há quase 30 anos, e o terreno ao lado foi adquirido pela cooperativa muito depois. Hoje, os moradores buscam uma solução conjunta para resolver o impasse. Outra solicitação é utilizar uma área próxima para fazer um espaço de lazer para as crianças. Medeiros informou que a Prefeitura já esteve no local, fez a medição dos terrenos e cerca de 70% das casas já foram escrituradas e estão pagando impostos. Os vereadores explicaram que não têm o poder da caneta, ou seja, não podem resolver a situação de imediato, mas deverão pressionar o Executivo para que a promessa feita à comunidade seja cumprida. A sugestão foi de que um grupo de moradores vá ate a Câmara para apresentar suas reivindicações na Tribuna Popular.
Fonte: Câmara de Novo Hamburgo
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